22/07/2010 - Desemprego em junho cai para 7% e é o menor do ano, aponta IBGE

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 7% em junho, registrando o menor índice desde dezembro do ano passado, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta quinta-feira (22).
Em maio, o índice ficou em 7,5% e, em junho de 2009, o desemprego atingiu 8,1%. A taxa também é a menor para o mês junho desde o início da série histórica, em 2002.
A população ocupada somou 21,878 milhões em junho, número estável na comparação com maio e apresentando alta de 3,5% sobre igual mês de 2009.
O número de trabalhadores desocupados totalizou 1,647 milhão, queda de 6,6% mês a mês e recuo de 11,8% ano a ano.
O rendimento do trabalhador somou R$1,423 mil em julho, elevação de 0,5% ante maio e de 3,4% na comparação com o ano passado.
21/07/2010 - Reckitt Benckiser oferece 2,54 bilhões de libras por dona da Scholl

A britânica Reckitt Benckiser fez uma proposta para adquirir a SSL International, fabricante dos produtos Scholl para cuidados com os pés e da marca de preservativos Durex. A oferta aos acionistas soma 2,54 bilhões de libras (US$ 3,9 bilhões), em pagamento em dinheiro e dividendos, num valor por ação que representa prêmio de 32,8% sobre o preço de fechamento das ações da SSL em 20 de julho.
De acordo com as informações das duas empresas, a diretoria da SSL considerou a oferta "justa e razoável" e recomenda aos acionistas que aceitem a proposta. A Reckitt Benckiser é forte no setor de produtos de limpeza, com marcas como Vanish, Finish e Lysol. Com a aquisição, a empresa pretende se fortalecer no segmento de saúde e cuidados pessoais.
"Espera-se que a operação eleve a receita dessa unidade da Reckitt Benckiser em mais de 36%, para cerca de 2,8 bilhões de libras, um terço do faturamento total do grupo", disse, em nota, o diretor-presidente da companhia, Bart Becht. A empresa também visa ampliar mercado na China e Japão.
A Reckitt Benckiser é cliente Merchant®
21/07/2010 - Estabelecimentos comerciais são obrigados a ter cópia do Código de Defesa do Consumidor

A partir de hoje (21), todos os estabelecimentos comerciais do país são obrigados a manter, para consulta dos clientes, pelo menos um exemplar do Código de Defesa do Consumidor (CDC). A norma do Ministério da Justiça foi publicada na edição desta quarta-feira do Diário Oficial da União.
De acordo com a Lei 12.291/2010, o descumprimento da norma resultará em multa no valor de R$ 1.064,10.
A lei estende para todo o país o que, antes, era aplicado apenas em alguns estados. Os estabelecimentos comerciais devem fixar em local visível uma placa com a seguinte informação: “Este estabelecimento possui exemplar do Código de Defesa do Consumidor, Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, disponível para consulta”.
21/07/2010 - Cepal vê Brasil crescendo 7,6% em 2010

A economia da América Latina e do Caribe deve crescer 5,2 por cento em 2010, após recuperar-se do impacto da crise global do ano passado, afirmou nesta quarta-feira a Comissão Econômica da América Latina e do Caribe (Cepal).
A Cepal disse que a economia da região crescerá a uma taxa mais moderada em 2011, 3,8 por cento, dadas as preocupações remanescentes sobre a saúde da economia global.
O órgão previu também uma expansão de 7,6 por cento do Brasil em 2010 e de 4,5 por cento em 2011. A projeção para a economia do México, segunda maior da América Latina, é de crescimento de 4,1 por cento neste ano e de 3 por cento em 2011.
A Cepal elogiou os governos latino-americanos pela sólida política fiscal, que permitiu gastos anticíclicos durante a crise financeira global. Os Estados Unidos e a Europa ainda estão com dificuldades para se recuperarem da recessão.
"A sólida macroeconomia evidente na maioria dos países da América Latina e do Caribe nos anos antes da crise internacional marcou uma mudança significativa", disse a Cepal em comunicado.
"Os países se aproveitaram de um período excepcional de bonança econômica e de finanças internacionais para limpar suas contas públicas."
20/07/2010 - Lucro da Johnson & Johnson cresce 7,5% no 2º trimestre

A Johnson & Johnson anunciou nesta terça-feira um lucro líquido de US$ 3,449 bilhões, no segundo trimestre deste ano. O resultado é 7,5% superior ao mesmo período do ano passado.
Esses resultados representam lucro líquido por ação de US$ 1,23, frente aos US$ 3,208 bilhões do segundo trimestre de 2009 (US$ 1,15 por título).
Durante o primeiro semestre do ano, a Johnson & Johnson teve lucro líquido de US$ 7,975 bilhões (US$ 2,85 por ação), superando os US$ 6,715 bilhões (US$ 2,41) registrados entre janeiro e junho de 2009.
A companhia também comunicou que suas vendas entre abril e junho deste ano somaram US$ 15,3 bilhões, 0,6% a mais do que no mesmo trimestre de 2009. Nos Estados Unidos, entretanto, essas operações tiveram queda de 2,8%, enquanto cresceram 4,1% em nível internacional.
A Johnson & Johnson é cliente Merchant®.
20/07/2010 - Grandes potências prometem reduzir consumo de energia

As principais economias do mundo, reunidas em Washington para uma cúpula sobre energia limpa, se comprometeram nesta terça-feira a reduzir o consumo dos grandes "devoradores" de energia que são, por exemplo, os aparelhos de TV para economizar a produção de cerca de 500 usinas elétricas.
Outro ponto no qual os participantes concordaram foi a modificação das normas de construção para que os novos edifícios consumam menos energia.
Atualmente, os prédios grandes, como os edifícios de escritórios e fábricas, consomem metade da energia produzida no mundo.
Os ministros de Energia e altos funcionários de 21 países, entre eles Estados Unidos, França, China e Índia, se reúnem na capital americana a convite do governo Obama com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento de fontes de energia limpa.
No segundo e último dia de reunião, o secretário americano de Energia, Steven Chu, disse que os participantes concordaram com 11 iniciativas para promover as energias limpas. Chu manifestou a esperança de que estas diretrizes permitam poupar a energia produzida por 500 usinas elétricas de média capacidade nos próximos 20 anos.
Nesta cúpula, "tomamos consciência de que, colaborando, podemos conseguir mais e mais rápido do que trabalhando em separado", disse Chu aos jornalistas.
Uma das iniciativas consiste em incitar os países participantes a encontrarem a forma para que os aparelhos eletrodomésticos, como televisões e refrigeradores, consumam menos eletricidade.
Estados Unidos, Japão, Índia e União Europeia prometeram engajar-se na iniciativa.
20/07/2010 - Juros do empréstimo pessoal e do cheque especial sobem pelo 3º mês

As taxas médias de juros do empréstimo pessoal e cheque especial subiram em julho pela terceira vez consecutiva, segundo a pesquisa mensal de taxas de juros do Procon-SP.
Três instituições elevaram suas taxas no empréstimo pessoal e quatro, no cheque especial.
No empréstimo pessoal, a taxa média praticada pelos bancos pesquisados foi de 5,42% ao mês, um acréscimo de 0,14 ponto percentual acima de junho, cuja taxa foi de 5,28%.
No empréstimo pessoal, elevaram as taxas os seguintes bancos: Banco do Brasil (alterou de 4,68% para 5,28%, elevação de 0,60 ponto percentual); o Bradesco (de 5,40% para 5,46%, acréscimo de 0,06 ponto percentual) e HSBC (de 4,83% para 4,87%, o que significa um acréscimo de 0,04 ponto percentual).
Os demais bancos mantiveram suas taxas de empréstimo pessoal em: Caixa Econômica Federal (4,78%), Itaú (5,86%), Real (5,63%), Safra (5,40%), Santander (5,63%), Unibanco (5,86%).
No cheque especial, a taxa média dos bancos pesquisados foi de 9,06%, superior à do mês anterior, que foi de 8,90% --um acréscimo de 0,16 ponto percentual.
As altas verificadas nas taxas de cheque especial foram: Banco do Brasil (alterou de 7,69% para 7,75%, alta de 0,06 ponto percentual); Bradesco (de 8,30% para 8,36%, um acréscimo de 0,06 ponto percentual); Banco Itaú (de 8,59% para 8,65%, elevação de 0,06 ponto percentual); Unibanco (de 8,59% para 8,65%, alta de 0,06 ponto percentual).
Os demais bancos mantiveram suas taxas de cheque especial em:
Caixa Econômica Federal (7,15%), HSBC (9,36%),Real (9,66%), Safra (12,30%) e Santander (9,66%).
19/07/2010 - Projetos de reserva e mina disputam área rica em ferro em MG

Dois projetos distintos, um parque nacional e uma mina da Vale, disputam o mesmo espaço na serra da Gandarela, região central de Minas (a 50 km ao leste de BH).
O ICMBio (Instituto Chico Mendes), órgão do governo federal que cria e gere as unidades de conservação nacionais, estuda a implantação de um parque de 27 mil hectares na região -quase o tamanho da Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Já a Vale quer extrair 24 milhões de toneladas de minério de ferro por ano com o Projeto Apolo - um investimento de R$ 4 bilhões. "É um dos maiores investimentos do setor minerário neste período", diz Cláudio Lopes, do departamento de Engenharia de Minas da UFMG.
A última grande aposta da Vale foi a mina de Brucutu, em São Gonçalo do Rio Abaixo (MG), inaugurada em 2006, com a capacidade de extrair 30 milhões de toneladas de minério por ano.
O problema é que a cava da mina Apolo, projetada para cerca de 900 hectares, está dentro da área que o ICMBio pretende para o parque.
Autor de uma dissertação de mestrado na UFMG que sugere a criação da reserva, o biólogo Wander Lopes diz que, além da presença de mamíferos ameaçados de extinção, como o lobo-guará e a onça-pintada, a área é especial por ser zona de transição entre mata atlântica, cerrado e campos de altitude.
A região, pouco explorada, conta com pelo menos nove cachoeiras e mais de 70 cavernas, numa das quais se encontra um sítio com pinturas rupestres.
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