04/08/2010 - Dieese: em julho, preço da cesta básica recua em 16 das 17 capitais pesquisadas

Em julho, a cesta básica ficou mais barata para o consumidor em 16 das 17 capitais brasileiras analisadas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
A maior queda foi registrada no Rio de Janeiro, que viu o preço do conjunto de alimentos recuar 6,6% no mês frente a junho. Belém, por outro lado, registrou a única alta nos preços, de 0,05%, entre o sexto e o sétimo mês deste ano.
De acordo com os dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgados nesta quarta-feira (4), além do Rio, entre as cidades com as maiores quedas estão Belo Horizonte (-5,86%), Curitiba (-4,86%) e Florianópolis (-4,75%).
Segundo o levantamento, na cidade de São Paulo, a cesta fechou o sétimo mês do ano custando R$ 239,38. Na região, o conjunto de alimentos ficou 3,89% mais em conta. Apesar disso, a cesta paulistana continua a mais cara do país.
Atrás dela vem o conjunto de alimentos de Porto Alegre (R$ 237,67), Manaus (R$ 233), Vitória (R$ 222,27) e Brasília (R$ 221,17).
O menor valor, por outro lado, ficou com Aracaju (R$ 181,04), seguida de perto por Fortaleza (R$ 181,73). Considerando as variações acumuladas deste ano frente ao mesmo período do ano passado, houve alta de preços em 15 regiões pesquisadas, sendo que os únicos recuos foram registrados em Brasília (-0,47%) e Rio de Janeiro (-0,12%).
Já os maiores aumentos ficaram com Recife (17,23%), Goiânia (12,63%), Natal (12,29%) e João Pessoa (12,04%).
04/08/2010 - Fluxo cambial vira e fecha julho positivo em US$ 712 milhões

O fluxo de câmbio contratado nos bancos virou a direção ao fim do mês e fechou julho positivo em US$ 712 milhões, informou há pouco o Banco Central (BC). Em junho, o fluxo ficou negativo em US$ 4,279 bilhões, tendência que tinha se prolongado até a penúltima semana de julho.
No acumulado de janeiro a julho o fluxo registrava sobras no valor de US$ 4,075 bilhões. Em igual intervalo do ano passado, o fluxo acumulado também em US$ 3,935 bilhões. O resultado de US$ 712 milhões derivou de saldo positivo em US$ 1,490 bilhões nas operações de câmbio financeiro, no mês. Enquanto as operações de comércio exterior ficaram negativas em US$ 777 milhões.
Os contratos fechados para exportações garantiram ingressos de divisas da ordem de US$ 13,984 bilhões em julho, enquanto os contratos em pagamento de importações atingiram US$ 14,762 bilhões.
As entradas de moeda estrangeira nas diversas formas de captação externa somaram US$ 28,655 bilhões. Já as remessas para compromissos no exterior foram no montante de US$ 27,166 bilhões.
Em julho de 2009, o fluxo cambial foi positivo em US$ 1,27 bilhão.
03/08/2010 - Com maior queda desde a crise, indústria tem perdas de 2% no 2º tri

Com estoques elevados depois de um forte crescimento no primeiro trimestre, a indústria registrou perda acumulada de 2% no segundo trimestre, fortalecendo os indicadores de desaquecimento da economia, de abril a junho.
Apenas em junho, a produção industrial recuou 1% em relação ao mês anterior. Nessa comparação, trata-se da queda mais intensa desde dezembro de 2008. Naquele mês, a queda de 12,2% ante novembro ocorreu no auge da crise, e foi a pior retração da história recente da indústria.
"O segundo trimestre apresentou um ritmo bem menos intenso, depois de um primeiro trimestre com avanço bem forte", afirmou André Macedo. De janeiro a março, a indústria havia acumulado expansão de 6,1%.
Influenciada pelo menor ritmo da produção automobilística, a produção de bens duráveis liderou o arrefecimento da produção industrial no segundo trimestre. No período, esse segmento acumulou perdas de 3,2%. Macedo lembrou que a redução do IPI, encerrada em março, ajudou a manter em alta a produção, com as antecipações de compras, estimuladas pelo menores preços estimulados pelas desonerações.
"O setor automobilístico apresenta estoques indesejavelmente altos", observou.
Mesmo com menor ritmo no final do período, a indústria registrou crescimento recorde no primeiro semestre, com elevação de 16,2% na comparação com igual período em 2009. No ano passado, porém, a indústria apresentara forte retração, devido aos efeitos da crise econômica.
03/08/2010 - Votorantim Metais adquire controle da peruana Milpo

A Votorantim Metais adquiriu o controle da mineradora peruana Milpo após recente compra de ações da empresa, afirmou nesta terça-feira o diretor do conglomerado no Peru, João Bosco.
A brasileira vinha investindo na Milpo por vários anos e nesta semana comprou uma fatia de 16,4 por cento por cerca de 420 milhões de dólares.
O último investimento elevou sua participação na companhia peruana para mais de 50 por cento.
A Votorantim é cliente Merchant®.
03/08/2010 - Pfizer tem lucro e receita acima do esperado no 2º tri

A Pfizer apresentou nesta terça-feira lucro e receita trimestrais acima do esperado, afirmando que o resultado positivo para o fechado do ano alcançará o topo das estimativas conforme obtém maior economia de custos decorrente da recente fusão com a Wyeth.
A maior farmacêutica do mundo e fabricante do Viagra concluiu a aquisição da Wyeth, por US$ 67 bilhões, em outubro.
No segundo trimestre, a companhia teve lucro de US$ 2,48 bilhões, ou US$ 0,31 por ação, comparado a 2,26 bilhões, ou US$ 0,34 por ação, um ano antes.
Excluindo itens extraordinários, a Pfizer teve lucro de US$ 0,62 por ação. Analistas esperavam, em média, ganho de US$ 0,52, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S.
A receita total cresceu 58%, para US$ 17,33 bilhões, bem acima da previsão do mercado, de US$ 16,65 bilhões.
A companhia disse esperar que o lucro em 2010 fique no topo da meta de entre US$ 2,1 e US$ 2,2 por ação, excluindo itens não recorrentes.
A Pfizer é cliente Merchant®
02/08/2010 - Turistas podem trazer do exterior bens de uso pessoal sem pagar impostos

O turista brasileiro já pode trazer do exterior bens considerados de uso pessoal sem pagar impostos. O "Diário Oficial" da União publicou nesta segunda-feira (2) a Portaria 440, assinada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que inclui essas regras. Produtos como celulares e máquinas fotográficas, por exemplo, não serão mais incluídos na cota de US$ 500 que cada turista brasileiro pode trazer do exterior livre de impostos.
A portaria também acaba com a necessidade de declaração para a saída temporária de bens já importados. Há algumas dúvidas sobre quantidades e como vai funcionar exatamente a fiscalização. A Receita Federal informou que só se pronunciará depois que divulgar uma instrução normativa nesta terça-feira (2).
De acordo com a portaria, é permitido que o viajante traga bens novos ou usados, para consumo pessoal ou para dar como presente, que “pela sua quantidade, natureza ou variedade, não permitam presumir importação ou exportação com fins comerciais ou industriais”.
Estão permitidos bens de uso ou consumo pessoal, como roupas e higiene, por exemplo. Máquinas fotográficas e telefones celulares também fazem parte da permissão, mas foram excluídos filmadoras e computadores pessoais.
Segundo a regra, são considerados bens de caráter pessoal "aqueles que o viajante possa necessitar para uso próprio, considerando as circunstâncias da viagem e a sua condição física, bem como os bens portáteis destinados a atividades profissionais a serem executadas durante a viagem, excluídos máquinas, aparelhos e outros objetos que requeiram alguma instalação para seu uso e máquinas filmadoras e computadores pessoais".
02/08/2010 - Importação faz saldo da balança comercial cair 45% no ano

De janeiro a julho deste ano, o saldo da balança comercial brasileira (diferença entre exportações e importações) ficou 45,1% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado. As importações cresceram mais que as exportações e causaram esse resultado.
Nos sete primeiros meses do ano, o saldo comercial teve superavit de US$ 9,237 bilhões (média diária de US$ 63,7 milhões). No mesmo período do ano passado, o saldo positivo foi de US$ 16,818 bilhões (média diária de US$ 116 milhões).
De janeiro a julho deste ano, as importações registraram aumento de 45,1% (na média diária) em comparação com o mesmo período do ano passado. Já as exportações tiveram um desempenho inferior, cresceram 27,1%.
As importações passaram de US$ 67,275 bilhões (média diária de US$ 464 milhões) em 2009 para US$ 97,624 bilhões (média diária de US$ 673,3 milhões) registrados neste ano.
Já as exportações em 2010 totalizaram US$ 106,861 bilhões (média diária de US$ 737 milhões), frente aos US$ 84,093 bilhões (média diária de US$ 580 milhões) do ano passado.
02/08/2010 - Venda de veículos novos bate recorde para meses de julho e no ano

As vendas de veículos novos apresentaram expansão de 6% em julho, no confronto com o mesmo intervalo no ano passado, batendo o recorde para o mês com o emplacamento de 302,4 mil unidades, de acordo com os dados obtidos pela Folha nesta segunda-feira.
Já no confronto com junho, os licenciamentos de automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões cresceram 15,1%.
As montadoras registram uma nova marca também no acumulado de janeiro a julho, com o emplacamento de 1,88 milhão de veículos, o que representa um acréscimo de 8,5% sobre igual período em 2009, que detinha o recorde até então.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
voltar| Ibovespa | 08/09 | 66.299,00 |
|---|---|---|
| Dólar (com) | 08 /09 | 1,7230 |
| Dólar (par) | 08/09 | 1,8200 |
| Risco-país | 03/09 | 213 |
| IGP-M | (30/08) | 0,77 |
| Global40 | 08/09 | 136,5 |
| Juros CDI | (01/09) | 10,75 |
| Selic | (06/09) | 10,66 |