20/05/2010 - Índice de cheques fraudados em abril caiu 23%, apura TeleCheque

O índice de fraudes com cheques vem caindo no Brasil, de acordo com pesquisa realizada pela TeleCheque, empresa especializada em verificação de crédito em compras com cheques. O levantamento mostra que, no mês de abril, o índice de cheques fraudados no país ficou em 0,27%.
18/05/2010 - Produção de aço bruto aumenta 56,6% em abril, diz IABr

A produção brasileira de aço bruto aumentou 56,6% em abril, em relação ao mesmo mês de 2009, atingindo 2,7 milhões de toneladas, informou hoje o Instituto Aço Brasil (IABr). Na comparação com março, no entanto, houve queda de 4,3%.
A produção acumulada neste ano totalizou 10,7 milhões de toneladas de aço bruto, o que equivale a uma alta de 58,6% em relação ao mesmo período do ano passado.
Já a laminação de aço em abril foi de 2,2 milhões de toneladas, o que representa uma queda de 2,2% ante março e um avanço de 47% em comparação a um ano antes. Por sua vez, a produção acumulada no ano somou 8,4 milhões de toneladas de laminados, um aumento de 70,6% sobre os primeiros quatro meses de 2009.
O IABr revelou também que as exportações de produtos siderúrgicos alcançaram 787,2 mil toneladas e somaram US$ 442,8 milhões, em abril.
No acumulado do ano, as vendas externas aumentaram 34% em volume contra igual período do ano passado, totalizando 2,8 milhões de toneladas. Em termos de valor, por sua vez, elas foram da ordem de US$ 1,6 bilhão, um avanço de 16%.
Quanto às vendas internas, elas somaram 1,8 milhão de toneladas em abril e 6,8 milhões de toneladas no acumulado do ano.
As importações totalizaram 500 mil toneladas e US$ 432,7 milhões em abril. No acumulado do ano, as importações contabilizam 1,8 milhão de toneladas de produtos siderúrgicos, o que representa um avanço de 155,7% contra o mesmo período do ano passado.
O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos abril foi 2,3 de milhões de toneladas em abril. Já no acumulado do ano, o consumo totalizou 8,5 milhões de toneladas. Esses valores representaram elevação de 70,9% e 72,4%, respectivamente, em igual base comparativa.
18/05/2010 - Com retomada do crédito, crescem as dívidas acima de R$ 5.000

A retomada do crédito no período pós-crise elevou em 40% o número de brasileiros com dívidas acima de R$ 5.000, informa reportagem.
Números do Banco Central mostram que o total de consumidores com empréstimo acima desse valor chegou a 25,7 milhões em fevereiro. Isso significa que cerca de 20% dos brasileiros com mais de 16 anos têm dívidas que equivalem a, pelo menos, quatro vezes a renda média nacional mensal.
Apesar desse aumento no endividamento, os dados do BC também mostram que cresceu a capacidade de pagamento. O gasto com dívidas compromete hoje 22% do salário do trabalhador brasileiro, uma melhora em relação a 2008 (22,4%) e 2009 (23,7%).
14/05/2010 - Cresce a participação dos jovens entre os inadimplentes

Eles entraram há pouco tempo no mercado de trabalho e muitos ainda estudam. Mal completaram 20 anos e, em alguns casos, ainda moram com os pais. Mas a realidade é que estão inadimplentes: os jovens têm tido representatividade cada vez maior entre aqueles com dívidas em atraso, realidade para a qual se deve acender o farol vermelho.
Uma pesquisa realizada pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo) em abril deste ano mostrou que, dentre os inadimplentes brasileiros, 8% têm menos de duas décadas de vida. No ano passado, por sua vez, a participação deles entre a população com as dívidas em atraso era de 4%, o que mostra o avanço.
De acordo com o economista da associação, Marcel Solimeo, esse crescimento está muito mais relacionado à entrada de novos consumidores brasileiros no mercado de crédito. “O grau de inadimplência dos novos no mercado é maior, pelo fato de terem menos hábito de tomar crédito e mais necessidades a serem sanadas. Entre esses novos consumidores, estão os jovens”, explicou.
O assunto é tão sério que até mesmo a Fundação Procon-SP lançou neste ano uma cartilha para o jovem consumidor, disponível no portal da entidade (www.procon.sp.gov.br).
14/05/2010 - Brasil e Rússia buscam ampliar comércio e investimentos

O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, fez um apelo por laços comerciais e de investimento mais próximos com a Rússia nesta sexta-feira, dizendo que os dois países do BRIC deveriam usar suas próprias moedas no comércio, e não o dólar.
"De 2002 a 2008, o comércio entre a Rússia e o Brasil cresceu cinco vezes", disse Lula em um discurso realizado em um fórum comercial durante sua visita à Rússia. "Mas isso não é o suficiente. Precisamos realizar um salto quantitativo... e definir novas áreas de parceria, como energia, infraestrutura e exploração espacial."
Lula disse que o primeiro passo seria que a Rússia e o Brasil comercializassem em suas próprias moedas ao invés de utilizar dólares ou euros.
"Não podemos... fazer negócios em outra moeda sobre a qual não temos controle e que não produzimos", disse ele. "Esse é o desafio para o Brasil e para a Rússia, o desafio para o Brasil e os BRICs e o desafio para a nova lógica comercial do século 21."
12/05/2010 - Vendas no varejo cresceram 1,6% de fevereiro para março

O comércio varejista do país registrou alta de 1,6% no volume de vendas e aumento de 0,9% na receita nominal em março, na comparação com fevereiro. Esse desempenho expressa uma aceleração no ritmo de crescimento das vendas, como revelam dados da Pesquisa Mensal de Comércio divulgados hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na comparação com março do ano passado, o volume de vendas cresceu 15,7% e a receita nominal, 19,1%. No acumulado do primeiro trimestre de 2010 e nos últimos 12 meses até março, as vendas tiveram expansão de 12,8% e 8%, respectivamente. As variações da receita nominal, também positivas, registraram aumentos de 15,6% e 11,5%, respectivamente, na mesma comparação.
De acordo com o IBGE, o comércio varejista ampliado, que inclui os setores de veículos, motos, partes e peças, e de material de construção, registrou em março alta de 5,0% no volume de vendas e de 3,9% na receita nominal em relação ao mês de fevereiro. Na comparação com março de 2009, as variações são de 22% para o volume de vendas e de 23,8% para a receita nominal. Segundo o IBGE, no acumulado do primeiro trimestre deste ano e dos últimos 12 meses até março, as variações são, respectivamente, de 15,5% e 9,6%, para o volume de vendas, e de 17,2% e 10,3% para a receita nominal.
No mês de março, sete das dez atividades pesquisadas registraram crescimento no volume de vendas: veículos e motos, partes e peças (10,3%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (8,6%); material de construção (3,0%); tecidos, vestuário e calçados (1,5%); combustíveis e lubrificantes (1,5%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,6%); e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,4%). As que apresentaram queda foram móveis e eletrodomésticos (-0,1%); livros, jornais, revistas e papelaria (-0,2%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,8%).
12/05/2010 - Vendas de veículos no varejo têm maior alta desde setembro de 2009

As vendas de veículos no comércio varejista dispararam em março, último mês em que vigorou o desconto do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para carros novos. Em março, subiram 10,3% ante o mês anterior, maior variação desde setembro de 2009 --naquele mês, essas vendas haviam subido 13,1%.
Na comparação com igual mês no ano anterior, as vendas de veículos, motos, partes e peças cresceram 32,4%, maior alta desde novembro do ano passado. Naquele mês, as vendas do segmento avançaram 37% frente a novembro do ano anterior, segundo dados da PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O resultado impulsionou as vendas do varejo ampliado, que subiram 22% ante março de 2009. Trata-se da maior variação desde 2005, quando as vendas do comércio ampliado começaram a ser medidas. O desempenho de veículos, motos, partes e peças significou 54% da taxa global.
12/05/2010 - Fluxo cambial no Brasil fica positivo em US$ 3,7 bilhões no início de maio

O saldo de entrada e saída de dólares do país, fluxo cambial, ficou positivo em US$ 3,711 bilhões na primeira semana de maio, informou nesta quarta-feira o Banco Central (BC). O resultado é maior do que o de todo o mês passado (US$ 2,248 bilhões).
No período, o segmento comercial (operações de exportações, importações e financiamentos ao setor) registrou saldo positivo de US$ 2,632 bilhões, enquanto o financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) apresentou resultado positivo de US$ 1,078 bilhão.
A maior entrada de recursos na semana passada ocorreu no dia 6, quando houve saldo positivo de US$ 2,240 bilhões, resultado do segmento comercial (US$ 1,332 bilhão) e financeiro (US$ 908 milhões).
De janeiro até 7 de maio deste ano, o fluxo cambial é positivo em US$ 8,748 bilhões, contra o resultado negativo de US$ 382 milhões observado no mesmo período de 2009.
No acumulado do ano, o fluxo comercial é positivo em US$ 1,963 bilhão. O financeiro também registra saldo positivo, de US$ 6,786 bilhões.
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voltar| Ibovespa | 08/09 | 66.299,00 |
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| Dólar (com) | 08 /09 | 1,7230 |
| Dólar (par) | 08/09 | 1,8200 |
| Risco-país | 03/09 | 213 |
| IGP-M | (30/08) | 0,77 |
| Global40 | 08/09 | 136,5 |
| Juros CDI | (01/09) | 10,75 |
| Selic | (06/09) | 10,66 |