02/07/2010 - Merchant® - 29 anos
29 anos!
Foi um tempo de muita luta, muito trabalho, dificuldades, cansaço, mas jamais um tempo de esmorecimento. A cada barreira que encontramos por este caminho, entendemos como um estímulo para seguirmos adiante, e lutarmos mais.
Este lutar nos trouxe muitas conquistas, e fizeram parte do somatório de fatores que ajudaram a construir a história de sucesso da Merchant®.
Mas a nossa história é composta por Valentes Guerreiros que são todos aqueles que fazem parte da Família Merchant® hoje espalhada por todo o Brasil.
A estes aguerridos Guerreiros, nossos mais sinceros agradecimentos, pois cada um de vocês também é responsável pelo que somos hoje.
E também aos nossos clientes que, com sua confiança, nos deram força e determinação para buscar a vitória o tempo todo. Estes são parceiros, amigos, cúmplices desta vitória.
Que esses 29 anos se multipliquem!
Muito obrigado a todos.
Noêmia, Arthur, Carol, Igor e Walter Schütz.
Família Merchant®
Schütz & Schütz®.
01/07/2010 - Tributos pagos pelos brasileiros no ano chegam a R$ 600 bi na sexta

Os tributos pagos pelos brasileiros neste ano chegam nesta sexta-feira (2), por volta das 11h30, à marca de R$ 600 bilhões, de acordo com a contagem do Impostômetro da ACSP (Associação Comercial de São Paulo).
No ano passado, a mesma quantia foi atingida apenas em 28 de julho, 26 dias depois, o que indica que a arrecadação de tributos federais, estaduais e municipais está crescendo neste ano.
Com esse valor, de acordo com a ACSP, seria possível construir quase 29 milhões de casas populares de 40 metros quadrados, ou 7,4 milhões de quilômetros de rede de esgoto.
O dinheiro possibilitaria ainda o pagamento de 1,4 bilhão de salários mínimos (R$ 510) ou 4,9 bilhões de benefícios do Bolsa Família. Outra possibilidade seria fornecer medicamentos para toda a população do Brasil por 265 meses.
A previsão para este ano é que ocorra um novo recorde de arrecadação em comparação com o ano passado, que foi de R$ 1,09 trilhão para aproximadamente R$ 1,2 trilhão.
01/07/2010 - Produção industrial fica estável em maio, mas alta no ano é a maior desde 1991

A produção industrial ficou estável em maio na comparação com o mês anterior, livre de influências sazonais. Em abril, o desempenho do setor havia sido negativo em 0,8%. Na comparação com maio de 2009, a expansão foi de 14,8%. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Apesar da estabilidade, a indústria acumulou crescimento de 17,3% entre janeiro e maio deste ano, a maior expansão da série histórica, iniciada em 1991. Nos últimos 12 meses, a alta ficou em 4,5%, a maior expansão desde novembro de 2008.
André Macedo, economista do IBGE, ressalta, porém, que o resultado reflete a fraca base de comparação com os cinco primeiros meses de 2009, quando a produção da indústria registrava as maiores retrações em 30 anos. A estabilidade de maio resulta de um crescimento da produção de bens de capital (máquinas e equipamentos) de 1,2% frente a abril.
Já os bens de consumo semi e não-duráveis (alimentos, vestuário e outros) tiveram queda de 0,9%. Os bens intermediários, os de maior peso na estrutura industrial, registraram crescimento de 0,1%. Entre abril e maio, a produção cresceu em 16 atividades e caiu em outras 11.
Os destaques positivos ficaram com bebidas (4,8%), material eletrônico e de comunicação (6,1%) e veículos automotores (1,4%). Já as quedas que mais influenciaram o resultado do conjunto da indústria ocorreram em refino de petróleo e produção de álcool (-4,6%), alimentos (-1,7%) e farmacêutica (-4,6%).
30/06/2010 - Emprego com carteira assinada em SP tem maior queda em 18 anos

A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo em maio atingiu o menor nível para o mês desde 1991, em 13,3%. Apesar disso, o emprego com carteira assinada caiu 3,2%, a maior redução desde 1992, ou seja, em 18 anos.
Os dados são de pesquisa realizada pela Fundação Seade e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). De acordo com Alexandre Loloian, coordenador técnico da equipe de análises da Seade, a queda significa cerca de 100 mil vagas formais a menos que em abril.
"Não é incomum ter redução. O que foi diferente desta vez foi a intensidade", afirmou Loloian. O emprego sem carteira, por outro lado, registrou alta de 3,2% no período-- ou 33 mil postos.
De acordo com o coordenador, esse movimento costuma acontecer quando há alguma insegurança entre os empresários. Ele citou que o aumento dos juros e da inflação, além da desaceleração no ritmo de atividade após um primeiro trimestre bastante forte, podem ter contribuído para isso.
30/06/2010 - Brasil está mais confortável que vários países desenvolvidos, diz BC

O diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Carlos Hamilton Araújo, voltou a justificar que apesar da elevação no déficit da conta corrente externa, projetado em 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB), o Brasil tem uma situação mais confortável do que vários países desenvolvidos, após a crise mundial. E também que houve uma mudança no perfil das contas externas do país.
"Nós estamos numa situação inversa à de alguns países desenvolvidos" sob vários aspectos, inclusive no setor externo, disse o diretor. Apesar de ressaltar que a conta corrente deficitária decorre do fato de o país investir mais do que poupa, ele destacou que a projeção de 2,5% ficará pouco acima da média histórica dos últimos 63 anos, que é de um déficit de 2,07% do PIB.
Em 2001, cerca de 70% do passivo externo brasileiro era composto por divida e 30% por capital de risco (ações, investimento externo direto e renda fixa). Desde 2008 houve uma inversão, segundo o BC. Agora, aplicações em ações e renda fixa, assim como investimento externo direto, são cerca de dois terços do passivo externo (67%), e a dívida em si baixou a cerca de um terço.
Questionado sobre os custos de acumular reservas, ele afirmou: "É obvio que tem um custo financeiro no carregamento das reservas. Entretanto, os benefícios, a meu ver, são imensos".
Ele citou como exemplo a queda forte no risco Brasil, que entre outros fatores trouxe benefícios à redução de custos na emissão e na rolagem de dívida pelo Tesouro Nacional, e também para o setor privado. "Isso é um beneficio que extrapola, vai muito além das contas públicas, e se estende ao resto da economia", respondeu Hamilton, sem mensurar os custos efetivos que são repassados ao contribuinte brasileiro.
30/06/2010 - Tecnologia: produtos para montar uma casa digital ficam mais baratos no Brasil

Mesmo encontrando os preços de eletrônicos mais caros da América Latina, os brasileiros hoje gastam menos para montar uma casa digital em relação ao ano passado.
A pesquisa Índice Casa Digital, realizada pela Marco Consultoria, aponta que, no país, são necessários 9,55 salários para comprar uma cesta composta por produtos de imagem, som, vídeo, comunicação, TI e entretenimento.
O salário considerado para o cálculo é de R$ 1.424,10 – renda média do brasileiro, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Em agosto de 2009, o dinheiro necessário para adquirir a cesta, composta por TV LCD, câmera digital, home theater, player Blu-ray, smartphone, notebook, netbook e videogame, era equivalente a 10,1 salários.
“Apesar de pequena, a redução do valor da cesta da Casa Digital tem sido constante nas últimas quatro pesquisas. Reflete o aumento real do salário do brasileiro, além de uma constante valorização do real perante o dólar”, declarou o consultor sênior da empresa, Henrique de Campos Junior.
28/06/2010 - Especialistas questionam real impacto da Copa de 2014 no País

Com a definição da Copa do Mundo de Futebol em 2014 e das Olimpíadas em 2016 no Brasil, começam as projeções sobre os ganhos que o País terá em geração de empregos, obras e crescimento econômico. Muitos números, no entanto, têm sido superlativos e alguns especialistas já fazem o alerta: há desafios e o impacto da Copa e das Olimpíadas sobre o Produto Interno Bruto (PIB) pode não ter a magnitude imaginada.
O primeiro senão levantado é óbvio: haverá demanda para hotéis e estádios após os eventos? “A utilização futura de novos parques olímpicos no Brasil é absolutamente questionável”, diz José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator. Ele lembra que muitas obras feitas para os jogos Panamericanos estão praticamente abandonadas.
A questão da ocupação futura é crucial para despertar o interesse dos investidores privados. Luciano Lewandowski, sócio da Prosperitas, um dos maiores fundos imobiliários do País, afirma que obras ligadas aos eventos esportivos não estão em seu foco. Falta de demanda é a principal justificativa para o desinteresse.
A eventual ausência de investidores privados levanta outro alerta, que é a possibilidade de haver substituição de obras. “Se a iniciativa privada desistir de muitos projetos, o governo terá de assumir”, diz Otto Nogami, professor do Insper.
O problema nesse caso é que, com o cobertor curto, o governo teria de abrir mão de outras obras para executar os projetos voltados à Copa e às Olimpíadas. “O efeito sobre o Produto Interno Bruto será zero, caso essa transferência aconteça”, diz Nogami. Além disso, ele afirma que o desvio de recursos, destinados para obras de infra-estrutura a estádios, atrasa ainda mais o desenvolvimento do Brasil.
Fonte: IG
28/06/2010 - Nos supermercados, preço perde importância na compra

Preço baixo está perdendo importância como o fator número um na hora de escolher os produtos nos supermercados. Ganhos de renda, inflação controlada e maior oferta de crédito começaram a provocar mudanças nos critérios de consumo das famílias brasileiras nos últimos anos. Atualmente, quase metade dos domicílios tem como prioridade experimentar novos itens (23%) e rapidamente se livrar da incumbência de abastecer a dispensa (23%). O grupo que só tem olhos para preço baixo e promoção responde atualmente por 18% das famílias, revela pesquisa da Kantar Worldpanel.
Dois anos atrás, a mesma pesquisa mostrava que havia um empate técnico. Isto é, tanto os consumidores focados em preço baixo quanto os "experimentadores" representavam 20% cada, do total de famílias. Agora, os experimentadores estão ganhando terreno em detrimento do grupo que só olha preços.
"O consumidor não está voltado só para preço como antigamente. Hoje ele avalia a relação custo/benefício do produto. E, com mais folga no bolso, quer experimentar as novidades", afirma Christine Pereira, diretora da Kantar Worldpanel e responsável pela pesquisa. A enquete consulta semanalmente 8,2 mil lares em todo o País para traçar o perfil de compras de alimentos, bebidas e artigos de higiene pessoal e limpeza doméstica. Ao todo, são mais de 100 categorias de produtos.
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voltar| Ibovespa | 08/09 | 66.299,00 |
|---|---|---|
| Dólar (com) | 08 /09 | 1,7230 |
| Dólar (par) | 08/09 | 1,8200 |
| Risco-país | 03/09 | 213 |
| IGP-M | (30/08) | 0,77 |
| Global40 | 08/09 | 136,5 |
| Juros CDI | (01/09) | 10,75 |
| Selic | (06/09) | 10,66 |