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Mais números

26/01/2012 - Arrecadação de impostos e contribuições em 2011 deve atingir novo recorde

O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, divulga na próxima sexta-feira (27) os números finais da arrecadação de tributos federais e contribuições previdenciárias no mês de dezembro e o acumulado do ano de 2011.

A estimativa é de que o crescimento na arrecadação no ano passado seja maior que o de 2010 sobre 2009, quando houve aumento de 9,85%. A Receita prevê aumento real entre 11% e 11,50% em 2011 sobre a arrecadação de 2010, de acordo com projeções do próprio Fisco. Com isso, deve ser atingido novo recorde.

De janeiro a novembro do ano passado, a Receita Federal já havia arrecadado R$ 873,275 bilhões, um aumento de 12,23% em relação ao mesmo período de 2010, ou R$ 67,567 bilhões (8,38%) a mais que os R$ 805,708 bilhões gerados em todo o ano anterior.

Arrecadações

No mês de dezembro, tradicionalmente, ocorrem as maiores arrecadações do ano. Em dezembro de 2010, foram recolhidos R$ 90,882 bilhões de impostos e contribuições federais, volume mensal mais alto até agora, com crescimento nominal de 23,03% sobre a arrecadação de dezembro de 2009, ou 16,17% de aumento real, descontada a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

Fonte: Info Money

26/01/2012 - Brasil não vive ainda momento de pleno emprego, diz IBGE

Mesmo com o "manancial de evoluções favoráveis" no mercado de trabalho em 2011, ainda não é possível dizer que o Brasil está na posição de "pleno emprego", na análise do gerente da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), Cimar Azeredo. Segundo o funcionário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apesar da taxa de desemprego de 4,7% em dezembro do ano passado - a menor da série histórica da pesquisa iniciada em 2002, com uma taxa média de desemprego de 6% ao longo de 2011 (também a mais baixa da série) - as disparidades regionais persistem.

Azeredo lembrou que, em Salvador, por exemplo, uma das seis principais regiões metropolitanas pesquisadas para a PME, é possível encontrar taxa de desemprego em torno de 9% na média anual de 2011. "Além destas disparidades regionais, temos ainda um número expressivo de números de trabalhadores sem carteira assinada, e de trabalhadores que não contribuem com a Previdência. O pleno emprego leva em conta outros indicadores, não somente a taxa de desocupação (desemprego)", afirmou. "Temos muito o que melhorar ainda", finalizou.

Em 2011, o porcentual de trabalhadores com carteira assinada no setor privado do mercado de trabalho foi de 48,5%, acima do apurado em 2010, de 46,3%. Isso representou 10,9 milhões de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, segundo o IBGE, que anunciou hoje a (PME) de dezembro.

Em todas as seis regiões metropolitanas pesquisadas, o porcentual de empregados com carteira assinada no setor privado representou, aproximadamente, metade da população ocupada, variando de 43,9% no Rio de Janeiro a 52,0% em São Paulo. A região metropolitana de São Paulo permaneceu com a maior proporção desta categoria (52,0%). Como consequência do aumento do contingente de trabalhadores com carteira assinada, também aumentou o número de trabalhadores que contribuíam para a Previdência Social. Em 2003, 61,2% das pessoas ocupadas contribuíam para a Previdência; em 2010, 68,4% e, em 2011, esta proporção atingiu 71,0%.

Segundo o IBGE, a renda do trabalhador brasileiro apresentou cenário favorável em 2011, mas as disparidades nos ganhos ainda persistem. As mulheres ganharam, em média, 28% a menos do que os homens em 2011, conforme Azeredo. No ano passado, em média, as mulheres ganharam R$ 1.343,81 contra R$ 1.857,64 dos homens. Isso ocorre num ano em que o rendimento médio mensal habitualmente recebido no trabalho principal, de homens e de mulheres, foi estimado em R$ 1.625,46. A quantia é equivalente a aproximadamente três salários mínimos, e foi o valor anual médio mais elevado desde 2003, 2,7% superior a 2010.

Fonte: Agência Estado

24/01/2012 - Pelo 2º ano, Brasil tem pior serviço público em relação à arrecadação de impostos

O brasileiro tem os piores serviços públicos em proporção aos impostos que paga, pelo segundo ano consecutivo, de acordo com um estudo do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário ), que relaciona informações de 30 países com maior arrecadação tributária do mundo em relação ao retorno de benefícios à população.

Segundo o levantamento, mesmo com a alta carga tributária do País, de 35,16%, que incide sobre rendimento, consumo e patrimônio do contribuinte, o Brasil ocupa a última posição no ranking, atrás de países vizinhos como Uruguai e Argentina.

“O Brasil, com arrecadação altíssima e péssimo retorno desses valores à população em serviços como segurança, educação e saúde, fica atrás, inclusive, de países da América do Sul, como Uruguai, na 13ª posição, e Argentina, na 16ª colocação”, ressalta o presidente do IBPT, João Eloi Olenike.

No topo da lista de países que melhor aplicam os tributos em qualidade de vida aos cidadãos estão Austrália, Estados Unidos e Coreia do Sul.

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Fonte: Info Money

24/01/2012 - Estoques estão acima do planejado pelos empresários

Os estoques de produtos finais da indústria continuaram a cair em dezembro, mas seguem acima do planejado pelos empresários, segundo a Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria. O índice passou de 52,4 pontos em outubro para 51,1 pontos em novembro e atingiu 49,6 pontos em dezembro. Segundo a entidade, com a aproximação do índice da casa de 50, a indicação é de estabilidade dos estoques na comparação com o mês anterior.

A CNI destacou, porém, que as empresas encerraram 2011 com suas prateleiras mais cheias do que o desejado. Em relação ao planejado, o indicador passou todo o ano de 2011 acima da linha divisória de 50 pontos e, em dezembro, subiu para 53 pontos, ante média histórica de 51 pontos.

A CNI divulgou também que o número de empregados na indústria diminuiu em dezembro, atingindo 46,7 pontos no último mês de 2011 e mantendo-se abaixo da linha divisória de 50 pontos pelo terceiro mês consecutivo. Em novembro do ano passado, o indicador estava em 48,4 pontos e, em outubro, em 49,1 pontos. A marca de dezembro é a menor desde o início da série em janeiro de 2010.

O grau de insatisfação dos empresários com a margem de lucro de suas empresas se manteve no quarto trimestre de 2011. O índice ficou praticamente constante, já que passou de 45,9 pontos no terceiro trimestre para 46,4 pontos nos últimos três meses do ano, seguindo abaixo da linha divisória de 50 pontos. O índice também está 2,8 pontos menor do que o registrado em igual trimestre de 2010.

O indicador de situação financeira recuou 51,9 pontos no terceiro trimestre para 50,5 pontos no quarto trimestre. Já o índice de facilidade de acesso ao crédito ficou em 44,6 pontos.

Fonte: Agência Estado

24/01/2012 - Produção industrial caiu mais que usual em dezembro, diz CNI

A produção industrial caiu de 50,1 pontos para 42,1 pontos, entre novembro e dezembro de 2011, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O índice varia de zero a 100, sendo que valores abaixo de 50 pontos apontam produção menor.

Em comparação com igual mês de 2010, o indicador apresentou queda de 2,6 pontos, com recuo "mais intenso que o normal", destaca a CNI no boletim "Sondagem Industrial", de dezembro.

Mesmo assim, houve elevação de "estoque efetivo em relação ao planejado", cita o documento. Entre novembro e dezembro, a taxa aumentou de 52,8 pontos para 53,0 pontos.

A indústria operou, em média, com 71% de sua capacidade instalada em dezembro. A queda do indicador foi de 4,0 pontos percentuais, frente a novembro, que era de 75%.

Fonte: Valor Online

20/01/2012 - Pontualidade de pagamento das pequenas empresas teve em 2011 a 1ª queda em cinco anos, diz Serasa

A pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas atingiu 94,9% em 2011. Isto significa que, durante o ano passado, a cada 1.000 pagamentos realizados, 949 foram quitados à vista ou com atraso máximo de sete dias. Este resultado representou a primeira queda em cinco anos da pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas (em 2010 havia atingido 95,1%), já que desde 2007 a pontualidade de pagamento vinha exibindo evolução positiva: 93,6% (2006), 93,9% (2007), 94,2% (2008), 94,3% (2009) e 95,1% (2010).

De acordo com os economistas da Serasa Experian, o ciclo de aperto monetário conduzido até final de agosto do ano passado e a desaceleração da atividade econômica observada durante o segundo semestre de 2011 pressionaram os custos financeiros e a geração de caixa das micro e pequenas empresas, impondo dificuldades em concretizarem seus pagamentos em dia.

As micros e pequenas empresas industriais e de serviços diminuíram a pontualidade dos seus pagamentos no ano passado: nas micro e pequenas empresas industriais o recuo foi de 95,0% (2010) para 94,3% (2011) e nas empresas de serviços a queda foi de 95,0% (2010) para 94,4% (2011). Somente as micro e pequenas empresas do ramo comercial registraram elevação da sua pontualidade de pagamentos em 2011, totalizando 95,3% contra 95,1% em 2010.

Apesar de ter recuado na média de 2011, o último mês do ano passado foi de alta na pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas: em dezembro/11 esta atingiu 95,6% contra 95,2% em dezembro/10.

Foi a primeira alta na comparação interanual (mês contra o mesmo mês do ano anterior) após uma sequencia ininterrupta de nove quedas consecutivas neste critério de análise. Segundo os economistas da Serasa Experian, esta melhora identificada no último mês do ano passado pode ser prenúncio de que em 2012 a pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas tenderá a se recuperar após a queda de 2011.

No ano de 2011, o valor médio dos pagamentos pontuais elevou-se em 9,0% (R$ 1.645 contra R$ 1.509), com altas de 9,1% no setor de comércio, 4,2% no setor industrial e de 15,9% nas empresas do setor de serviços.

Fonte: Canal Executivo

18/01/2012 - Economia mundial está à beira de nova recessão, diz Unctad

A economia mundial está à beira de uma nova recessão, o que afirmam os especialistas vai ocorrer se os governantes não conseguirem frear o aumento do desemprego, evitarem a escalada dos riscos gerados pela crise da dívida soberana e a fragilidade do setor financeiro. Divulgada nesta terça-feira, a análise sombria consta no relatório "Situação e Perspectivas da Economia Mundial" elaborado pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad), que adverte que "uma nova recessão global é uma possibilidade nada desdenhável".

"A economia mundial está oscilando e muito perto de uma nova recessão. Espera-se crescimento anêmico nos anos de 2012 e 2013. Os problemas que assolam a economia mundial são múltiplos e interligados. Entre os maiores desafios está a luta contra a crise do emprego e o declive das perspectivas de crescimento, especialmente no mundo desenvolvido", diz o relatório. O texto define o desemprego como "o calcanhar de aquiles" da recuperação econômica na maior parte dos países desenvolvidos e ressalta que o "déficit global de 64 milhões de empregos deve ser eliminado".

"Com a projeção de recessão, no entanto, o déficit de empregos no mundo se elevaria para 71 milhões, 17 milhões somente nos países ricos". De fato, o texto não prevê melhorias no cenário. A estimativa é que os percentuais de desemprego não voltem à situação pré-crise "pelo menos até 2015". O desemprego entre os jovens é um dos principais problemas a ser combatido, atingiu 18% em 2011, "com situações especialmente surpreendentes: na Espanha 40% dos jovens estão desempregados".

Além disso, a Unctad revela que se a recessão ocorrer, o Produto Interno Bruto (PIB) mundial deve alcançar 0,5% em 2012, número que pode chegar a 2,6% no caso de "a crise da dívida soberana ficar concentrada a uma ou algumas poucas pequenas economias". Para os autores do relatório é bem provável que as recentes medidas adotadas pelos Governos europeus para conter a crise criada pela dívida soberana "não sejam suficientemente eficazes".

"O contágio da dívida soberana poderia achatar o crédito no mundo, e criar um 'crash' nos mercados financeiros, em um cenário com reminiscências do ocorrido em setembro de 2008 com o colapso de Lehman Brothers Holding". O texto considera que as novas medidas de austeridade fiscal nos Estados Unidos levariam a uma recessão, por isso sugere "ao Federal Reserve (Fed, banco central americano) que responda adotando medidas monetárias mais agressivas". O relatório prevê aumento do PIB da União Europeia em 2012 de 0,7%, e de 1,7% em 2013.

Para os Estados Unidos, a Unctad estima avanço de 1,5% em 2012 e de 2% em 2013. A respeito dos riscos globais se as economias dos Estados Unidos ou da União Europeia entrassem em recessão, o relatório é taxativo: "uma recessão na Europa ou nos Estados Unidos pode não ser suficiente para induzir uma recessão global, mas o colapso de ambas as economias seguramente teria força para tal". Diante dessa situação, o relatório considera que, no curto prazo, é preciso estímulo fiscal, coordenado internacionalmente, para gerar empregos.

"Os países desenvolvidos deveriam ser mais cautelosos em não embarcar prematuramente em políticas de austeridade fiscal, diante do ainda frágil estado da recuperação e os elevados níveis de desemprego". A principal preocupação das nações em desenvolvimento terá de ser evitar que o aumento dos já voláteis preços das matérias-primas e a instabilidade das taxas de câmbio contamine o crescimento.

Fonte: EFE

18/01/2012 - Faturamento da indústria cresceu 2,2% em novembro, diz CNI

O faturamento da indústria cresceu 2,2% em novembro, na comparação com outubro, de acordo com dados divulgados ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com o boletim mensal Indicadores Industriais, houve interrupção, em novembro, da sequência de resultados predominantemente negativos das variáveis pesquisadas no ano. Na comparação com o mesmo mês de 2010, o crescimento foi de 4,6%.

As horas trabalhadas aumentaram 0,2% no mês, em relação a outubro, e a utilização da capacidade instalada cresceu 0,1 ponto percentual. A oferta de emprego ficou estável, após dois meses de queda. A massa salarial e o rendimento médio real do trabalhador tiveram alta frente a outubro.

O chefe do departamento econômico da CNI, Flávio Castelo Branco, disse que o resultado de novembro não indica impulso na atividade econômica, pois o crescimento do faturamento foi baixo levando em conta o resultado de outubro, que registrou 1,9% em relação a setembro. O setor que pode mostrar desempenho positivo mais visível, segundo ele, é o de vendas no varejo.

Fonte: Agência Brasil

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Índices Econômicos

Ibovespa 17/10 54.434,00
Dólar (com) 17/10 1,7460
Dólar (par) 17/10 1,8100
Risco-país 14/10 220
IGP-M (01/09) 0,65%
Global40 17/10 131,880%
Juros CDI (17/10) 11,870%
Selic (01/09) 12,00%

Clientes