Merchant© Schütz & Schütz

Tel./Fax: 11.2121.0300
Mais números

03/09/2010 - Semana do Empreendedor aborda oportunidades no mercado esportivo

As oportunidades do mercado esportivo no Brasil é o tema da 10ª edição da Semana do Empreendedor da Escola de Administração Mauá, que acontece de 14 a 16 de setembro na instituição, na capital paulista.

O objetivo do encontro é discutir os vários caminhos a serem trilhados pelos empreendedores diante da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016. Serão realizadas palestras e debates conduzidos por professores da Instituição e empresários convidados a apresentar casos de sucesso e as experiências adquiridas no dia a dia dos negócios.

Entre os temas a serem abordados estão as novas mídias e o impacto no mundo esportivo, uso das redes sociais, os ganhos e as perdas para o Brasil com a realização da Copa do Mundo, viabilidade econômica de clubes esportivos e sociais.

O evento é gratuito e aberto ao público. As inscrições devem ser feitas no site da instituição.

Fonte: iG São Paulo

03/09/2010 - Bradesco destaca potencial de crescimento de seguros e reforça aposta no setor

O mercado de seguros privados no Brasil está em "descompasso" com o tamanho da economia do país, de acordo com o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi. "O Brasil é a oitava economia do mundo, mas na indústria de seguros nós somos o 18º, 19º. Então existe um descompasso", afirmou.

Dados citados por ele mostram que o consumo médio per capita de seguros no país não passa de US$ 300 por ano, enquanto nas economias mais desenvolvidas esses gastos chegam a US$ 2.000. "A possibilidade que temos de crescimento da indústria de seguro privado no Brasil é muito forte", disse, em evento promovido pelo Ibef-SP (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças).

Trabuco citou que o setor é um dos dois principais eixos de negócios do Bradesco atualmente. "Há [no banco] uma crença conjunta no mercado de seguros." O outro pilar seria a indústria financeira.

Em sua apresentação, o presidente do banco falou sobre o crescimento da bancarização no país. De acordo com ele, o Bradesco abre diariamente seis mil contas para consumidores das classes C, D e E. Além disso, disse, são feitos cerca de 280 mil empréstimos pessoais nos caixas eletrônicos do banco todas as quintas e sextas-feiras. "Estamos transformando pobres em consumidores", afirmou.

Ele previu que nos próximos dez anos, devem ser abertas cerca de 100 milhões de novas contas bancárias no país. "Se isso não acontecer, é porque algo não deu certo", citando o potencial do Brasil, cuja população, segundo Trabuco, deve chegar a 247 milhões de pessoas em uma década.

O presidente do Bradesco citou ainda o potencial de crescimento do crédito imobiliário no país, lembrando que esses financiamentos representam apenas 4% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, contra 12% na China e 14% na Índia. "Em alguns países, onde a alavancagem é exagerada, esse patamar chega a 47% do PIB", disse.

Fonte: Folha.com

03/09/2010 - Carga tributária brasileira cai em 2009 após três anos

O peso dos impostos na economia brasileira, um dos mais altos entre os países emergentes, caiu em 2009 pela primeira vez em três anos, refletindo os efeitos da crise global.

A carga tributária foi equivalente a 33,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2009, frente a 34,4% recolhidos no ano anterior, informou a Receita Federal nesta quinta-feira.

A variação resultou da combinação de queda, em termos reais, de 0,20% do PIB e de redução de 2,61% da arrecadação tributária da União, Estados e municípios.

"O impacto da crise internacional sobre a arrecadação total só não foi maior devido ao bom desempenho do setor de serviços e à estabilidade da arrecadação dos tributos previdenciários", destacou a Receita Federal em nota.

Mesmo com o desaquecimento, a massa salarial manteve-se estável, com um leve crescimento, no ano passado, o que contribuiu para a arrecadação da contribuição do INSS e do FGTS, afirmou o subsecretário de Tributação da Receita, Sandro Serpa.

Os impostos recolhidos pela União somaram 23,45% do PIB em 2009, com queda de 0,67 ponto percentual frente a 2010. A arrecadação dos Estados respondeu por 8,59% do PIB, com recuo de 0,16 ponto.

O recolhimento dos municípios, centrado no Imposto sobre Serviços, setor que sofreu menos os efeitos da crise, ficou estável em 1,54% do PIB.

Mesmo com a queda no ano passado, a carga tributária brasileira permanece elevada na comparação com outras economias emergentes.

Segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgados pela Receita, a carga do México correspondia a 20,4% do PIB em 2008, enquanto a da Turquia era de 23,5% do PIB.

Fonte: Reuters

02/09/2010 - Real ganha espaço e vira alvo do mercado financeiro

O real passou a ser alvo das apostas do mercado financeiro internacional. Segundo levantamento do Banco de Compensações Internacionais (BIS) - o "banco central dos bancos centrais" - o Brasil tem a maior expansão porcentual de contratos de derivativos nos últimos anos e o mercado de câmbio no País quase triplicou desde 2007, com o segundo maior crescimento entre todas as economias emergentes.

O real, segundo o levantamento com dados oficiais e coletados em mais de 1,3 mil agentes financeiros, é uma das duas moedas de emergentes que mais ganharam espaço no mercado mundial de divisas nos últimos três anos. A moeda já é a 20ª mais trocada por esse mercado. Segundo o BIS, o mercado mundial de divisas cresceu 20% entre 2007 e 2010, com contratos fechados em cerca de US$ 4 trilhões por dia. Há três anos, o volume chegava a US$ 3,3 trilhões. Apesar da expansão, ela não ocorreu no mesmo nível do período de 2004 a 2007, quando foi de 72%.

Entre as moedas de países emergentes, o real foi um dos destaques, com o segundo maior crescimento em participação no mercado internacional, atrás apenas da lira turca. A moeda brasileira, que em 2007 representava 0,4% do mercado de divisas, passou a representar 0,7% em 2010. Há 12 anos, a taxa era de apenas 0,2%.

A participação de 0,7% é pequena, principalmente em relação ao dólar, com 85%. Mas o BIS admite que a expansão chama a atenção pela velocidade. O levantamento mostra ainda que o Brasil foi o país onde o mercado de derivativos mais se expandiu nos últimos três anos. Entre 2004 e 2007, o volume negociado diariamente no Brasil caiu de US$ 900 milhões para US$ 100 milhões. Mas neste ano atingiu US$ 7,5 bilhões. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

02/09/2010 - País atinge patamar histórico em acesso a telefonia e internet

O país atingiu patamares históricos no acesso da população aos serviços de telefonia (tanto fixo quanto móvel) bem como no acesso à rede mundial de computadores (internet), mostra um levantamento do IBGE divulgado nesta quarta-feira.

A proporção de aparelhos de celular por habitante saltou de irrisórios 4,91 unidades por mil habitantes para 794 aparelhos a cada mil habitantes em 2008, crescendo 100% somente nos últimos quatro anos.

Houve uma evolução expressiva também no caso da telefonia fixa, mas em um ritmo menos agressivo. Entre 1994 e 2008, a proporção de aparelhos por mil habitantes avançou de 86 para 306, sendo que foram precisos dez anos para que a proporção dobrasse.

O acesso à internet também aumentou, mas ainda de maneira insuficiente: menos de um quarto (23,8%) dos domicílios permanentes do país, em 2008, tinham acesso à rede mundial de computadores --o equivalente a 13,7 milhões de casas. Em 2001, essa proporção era de 8,6%, dobrando somente em 2006.

Os dados do IBGE mostram ainda a permanência das disparidades regionais. São justamente as regiões e os Estados mais pobres que possuíam os piores indicadores --abaixo da média nacional-- de acesso aos serviços de telefonia e de Internet. Em 2008, havia uma proporção de 610 aparelhos de celular por mil habitantes na região Norte, sendo que no Pará essa taxa era de 543.

No caso da telefonia fixa, as regiões Norte e Nordeste tinham as piores taxas do país (apenas 171 pontos de acesso a cada mil habitantes) no ano de 2008, pouco mais da metade da taxa verificada na região Sudeste (208 pontos de acesso por mil habitantes), por exemplo. Os Estados do Pará e do Maranhão possuíam os níveis mais baixos de acesso do país: 140 e 120 pontos/mil habitantes, respectivamente.

Fonte: Folha.com

02/09/2010 - Entidades empresariais defendem início de ciclo de queda no juro

Mesmo com a interrupção do ciclo de elevação da taxa básica de juro brasileira, a Selic, as principais associações empresariais e sindicais do país criticaram a decisão do Banco Central. Para essas entidades, o Comitê de Política Monetária (Copom) deveria ter reduzido a taxa, que permaneceu em 10,75% ao ano.

“A manutenção dos juros frustrou as nossas expectativas. Esperávamos que o ciclo de redução começasse na reunião que terminou há pouco”, afirma o presidente em exercício da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade.

Assim como a CNI, outras associações empresariais, como a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), entendem que a inflação está sob controle e que há espaço para a redução do juro.

A Força Sindical afirmou ainda que a decisão do BC é um “obstáculo ao desenvolvimento do país. “A manutenção dos juros em patamares estratosféricos é contrária a qualquer projeto de estímulo da retomada do crescimento econômico”, disse Miguel Torres, presidente em exercício da entidade.

-- leia mais --

Fonte: iG São Paulo

01/09/2010 - Bancos brasileiros perderão R$ 900 milhões com fraudes online no ano

O prejuízo dos bancos brasileiros com crimes eletrônicos deve somar R$ 900 milhões até o final de 2010, mesmo volume verificado em 2009, informou hoje a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O valor médio de cada golpe online envolvendo transações de cartões de crédito e débito, internet banking e call center no país está em torno de R$ 1 mil, aponta a entidade com base nas informações fornecidas pelos bancos.

A maior parte das fraudes bancárias envolvem cartões de crédito (45% do total). Na sequência estão os golpes via internet banking, que representam 30% dos crimes eletrônicos registrados pelos bancos, enquanto fraudes com cartões de débito geram cerca de 20% das ocorrências, informa Wilson Gutierrez, diretor técnico da Febraban.

A estimativa da Febraban para o ano se baseia em uma projeção sobre a perda de R$ 450 milhões registrada pelas instituições financeiras com fraudes online no primeiro semestre.

Segundo Gutierrez, o prejuízo com os crimes eletrônicos não deve avançar em relação a 2009 por conta dos investimentos das instituições financeiras em segurança.

"Os bancos investiram R$ 1,4 bilhão em segurança e R$ 19,4 bilhões em Tecnologia da Informação em 2009, além de desenvolver diversas soluções de proteção com diferentes níveis de senha", afirma.

Em junho, os principais bancos brasileiros aderiram a um convênio firmando em dezembro de 2009 entre a Febraban e o Departamento de Polícia Federal (DPF) para acelerar o mapeamento e a identificação de fraudes em pagamentos eletrônicos no país.

Fonte: Valor Online

01/09/2010 - Maioria das famílias brasileiras tem alguma dívida, revela pesquisa

A maior parte da população brasileira revelou ter alguma dívida em agosto, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que calculou o Índice de Expectativas das Famílias. Segundo o levantamento, 54,15% das famílas entrevistadas declararam ter alguma dívida.

A pesquisa aponta que a dívida média mensal das famílias brasileiras chega a R$ 5.426,59. As informações foram divulgadas hoje (31) pelo presidente do Instituto, Marcio Pochmann, no Rio de Janeiro.

A pesquisa indica também que quase 20% das famílias têm alguma conta atrasada, mas cerca de 60% acreditam que conseguirão quitar essas dívidas total ou parcialmente no próximo mês.

Segundo Pochmann, entre as 3.810 famílias entrevistadas em mais de 200 cidades do país, 71,7% declararam não ter dívida ou ter uma dívida muito reduzida a ponto de não se preocuparem. O percentual das que disseram estar muito ou mais ou menos endividadas é de 27,9%.

“De maneira geral, o indicador de endividamento das famílias brasileiras é muito baixo. Apenas uma família em cada dez encontra-se com grau de endividamento elevado. Mas, nesse grupo [muito endividado], temos um número significativo, o que exigiria um cuidado especial, principalmente nas regiões onde as dívidas estão mais elevadas”, disse o presidente do Ipea.

Para ele, é preciso que o Brasil mantenha o ritmo de expansão econômica e garanta a geração de mais empregos, “porque isso dará mais conforto a essas famílias que terão condições de honrar suas dívidas”. Pochmann também destacou a importância de as famílias aprenderem a usar melhor os instrumentos de crédito disponíveis no país.

A melhor situação em relação ao endividamento foi registrada entre as famílias da Região Centro-Oeste e a situação mais complicada foi verificada no Norte, onde apenas 16% declararam não ter dívida alguma.

Entre os mais endividados estão mulheres e pessoas que se declararam amarelas e negras.

Fonte: Agência Brasil

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40

Índices Econômicos

Ibovespa 03/09 66.984,00
Dólar (com) 03 /09 1,7290
Dólar (par) 03/09 1,8200
Risco-país 02/09 219
IGP-M (30/08) 0,77
Global40 03/09 137,063
Juros CDI (01/09) 10,75
Selic (02/09) 10,66

Clientes